quarta-feira, 3 de outubro de 2012

HONRA TEUS PAIS!

              Honrar seu pai e sua mãe não é apenas respeitá-los, é também assisti-los na necessidade; é proporcionar-lhes o repouso na velhice; é cercá-los de solicitude, como fizeram por nós na infância.
              Sobretudo para com os pais sem recusos mostra-se a verdadeira piedade filial, dando à eles toda a assistência e conforto fazendo com que sintam-se acolhido e felizes, como fizeram para com os filhos quando pequenos.
             Cabe aos pais, velhos e fracos, serem os servidores dos filhos, jovens e fortes?
             A mãe regateou seu leite quando eles estavam no berço? Contou suas vigilias quando estavam doentes, seus passos para lhes proporcionar o que necessitavam? Não, não é apenas o estritamente necessário que os filhos devem a seus pais. São também, tanto quanto o possam, as pequenas doçuras do supérfluo, as prevenções, os cuidados delicados, que são apenas a renda daquilo que um dia receberam, o pagamento de uma dívida sagrada.
            Infeliz daquele que esquece o que deve aos que o sustentaram em sua fraqueza, que, com a vida material, deram-lhe também a vida moral, e que muitas vezes se impuseram duras privações para assegurar-lhes o bem-estar.
            Infeliz do ingrato, pois será punido pela ingratidão e o abandono. Será ferido nas suas mais caras afeições.
            É certo que alguns pais ignoram seus deveres, e não são, para seus filhos, o que deveriam ser, mas cabe a Deus puni-los, e não aos filhos.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Boa tarde a todos!

          Hoje não estou bem para escrever, por isso, deixarei para amanhã o artigo que iria escrever hoje.
          Agradeço a compreensão de todos.
          Deixo, hoje, um abraço afetuoso.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

PROCURA-SE UM AMIGO

          Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimento, basta ter coração.
          Precsia saber falar e saber calar, sobretudo, saber ouvir.
          Tem que gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, do sol, da luz, do canto dos ventos e do murmúrio das brisas.
          Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar ao próximo e respeitar a dor que todos os passantes levam.
          Deve guardar segredo sem se sacrificar.
          Não é preciso que seja de primeira mão, nem mesmo é imprescindível que seja de segunda mão; pode já ter sido enganado (todos os amigos são enganados).
          Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ser vulgar.
          Deve ter um ideal e medo de perdê-lo; no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa.
          Tem que ter ressonâncias humanas; seu principal objetivo deve ser de ser amigo; deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.
          Deve gostar de crianças, lastimar as que não puderam nascer e as que não puderam viver.
          Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos; que se comova quando chamado de amigo; que saiba conversar de coisas simples, de orvalho, de grandes chuvas e de recordações da infância.
          Precisa-se de um amigo para não enlouquecer, para se contar o que se viu de belo ou triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
         Deve gostar de ruas desertas, de poças de chuva, de caminhos molhados, de beira de estrada, do mato depois da chuva.
         Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo.
        Precisa-se de um amigo que creia em nós.
        Precisa-se de um amigo para se ter consciência de que ainda se vive.   (Wilson Garcia)

sábado, 29 de setembro de 2012

EU NÃO ME IMPORTARIA...

         Eu não me importaria de ter alguém que tivesse defeitos, mas que soubesse compreender os meus.
        Que precisasse de um abraço, mas que me acalentasse com os teus braços.
        Que precisasse de um beijo, mas que pudesse me beijar.
        Que precisasse de um aperto de mãos, mas que pudesse também me dar as mãos.
        Que precisasse ser ouvido, mas que também pudesse me ouvir.
        Que tivesse tristeza, mas que pudesse também me fazer feliz.
        Que tivesse solidão, mas que me tirasse da solidão.
        Que precisasse de amor, mas que também soubesse me amar.
               (Palavras de Ademir Barbosa)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A ESCOLA DO CORAÇÃO.

          O lar, na essência, é cademia da alma. Dentro dele, todos os sentimentos funcionam por matérias educativas.
          A responsabilidade governa. A afeição inspira.
          O dever obriga. O trabalho soluciona.
          A necessidade propõe. A cooperação resolve.
          O desafio provoca. A bondade auxilia.
          A ingratidão espanca. O perdão balsamiza.
          A doença corrige. O cuidado preserva.
          O egoísmo aprisiona. A renúncia liberta.
          A ilusão ensombra. A dor ilumina.
          A exigência destrói. A humildade refunde.
          A luta renova. A experiência edifica.
          Todas as disciplinas referentes ao aprimoramento do cérebro são falcilmente encontradas nas universidades da Terra, mas a familia é a escola do coração, erguendo entes amados à condição de professores do espírito.
          E somente nela conseguimos compreender que as diversas posições afetivas, que adotamos na esfera convencional, são apenas caminhos para a verdadeira freternidade que nos irmana a todos, no amor puro, em sagrada união, diante de Deus. (Francisco Cândido Xavier)

domingo, 23 de setembro de 2012

O DESABAFO.

         Hoje peço desculpas àqueles que se dão o trabalho de ler meu blog, para fazer um parágrado em minhas mensagens para este desabafo.
         Domingo, dia nublado e frio, chego do almoço pensando em deitar sob o edredon com um bom livro, ler um pouco e dar uma boa cochilada também, recuperando-me dos dias da semana em que tive de acordar seis e meia da manhã porque os pedreiros chegam cedo aqui. Qual não foi minha decepção ao chegar e ver um vizinho fazendo churrasco, com aquele cheiro carcterístico, músicas de péssimo gosto e gente falando alto o suficiente para toda a vizinhança ouvir. (não sei porque, o cara tem uma boa área de lazer na casa e os convidados vêm para o meio da rua conversar alto e gritar feito loucos).
         Bem, fecho as janelas daquele lado e me preparo para cumprir meu ritual imaginado, quando o vizinho do outro lado liga um aparelho do tempo de minha avó, chamado caraukê (sei lá se é assim que se escreve) e começam a cantar "O Veleiro" de Jessé. (Só mesmo o próprio Jessé para cantar tal música devido os tons agudos e graves).  Pois é, mas os vizinhos não estavam nem aí para os agudos e os graves. Um verdadeiro horror!
         Fecho todos as outras possíveis entradas de sons do outro lado também e aí sim, vou me deitar e tentar ler meu livro.
         Quem disse que o som não ia entrar pelas pequenas frestas?  Pura imaginação minha.
         Não suportando mais os gritos histéricos, rizadas altas e até alguns palavrões, resolvo vir aqui desabafar minha indignação de domingo. SALVE A SEGUNDA-FEIRA!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

EGRÉGORA

        A palavra Egrégora tem origem no grego EGRE-GOROI que significa a soma de energias físicas, emocionais e mentais elaboradas por duas ou mais pessoas quando se reúnem.
       A egrégora acumula a energia de várias frequências, assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando a egrégora para que ela se some aos demais.
       Jesus foi sábio quando disse: "onde estiver duas ou mais pessoas em meu nome ali estarei".
       PENSAMENTO É VIDA.
       Portanto, quanto mais conjuntamente pensamos no bem e no bom, geramos essa energia potente, solar, iluminada e dinâmica que provêm da força do nosso próprio pensamento para atrairmos a transformação de um ambiente, por exemplo, de triste para alegre. Pensamento é força criadora, por isso para que um pensamento crie vida, se materialize em nós pela Energia Divina é necessário que elevemos o coração ao alto a fim de mudarmos o nosso nível de sintonia.
      Por exemplo: quando chegamos em um ambiente de alegria, somos contaminados pela alegria. Chegamos num ambiente de dor e também somos contaminados pela dor. Como está a egrégora destes lugares? O que estes grupos de pessoas está captando ou sentindo ou vivendo? (Por entre as dores- Aloisio Silva)