quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A CARIDADE NECESSÁRIA

       Ainda que eu falasse todas as línguas dos homens, e mesmo a dos anjos, mas não tivesse caridade, não seria mais que um bronze que soa.
       E se eu tivesse o dom de profecia, e penetrasse todos os mistérios, e tivesse uma ciência perfeita de todas as coisas; ainda que tivesse toda a fé possível, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse caridade, eu nada seria.
       E se eu distribuisse todos os meus bens para alimentar os pobres, e entregasse meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria.
       A Caridade é paciente; é doce e benfazeja. A caridade não é invejosa; não é temerária e precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa, não busca seus próprios interesses; não se gaba e não se irrita com nada. Ela tudo suporta, em tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
       Permanecem hoje estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade. Mas a maior delas é a caridade.
       São Paulo compreendeu de tal forma essa grande verdade, que disse o que está citado acima.
       Assim, ele inequivocamente coloca a caridade acima até mesmo da fé. Porque a caridade está ao alcance de todos, do ignorante e do sábio, do rico e do pobre, e é independente de qualquer crença particular.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A VINGANÇA

                 A vingança é um dos últimos vestígios deixados pelos costumes bárbaros que tendem a apagar-se entre os homens. Ela é, como o duelo, um dos últimos traços desses costumes selvagens sob os quais a humanidade se debatia no começo da era cristã.
                      Por isso a vingança é um indício seguro do estado atrasado dos homens que a ela se entregam.
                Por tanto, esse sentimento nunca deve fazer vibrar o coração de qualquer um que se diga cristão.
                A vingança é uma inspiração tão funesta que a falsidade e a baixeza são suas companheiras assíduas. Com efeito, aquele que se entrega a essa fatal e cega paixão quase nunca se vinga a céu aberto.
                Abaixo, pois, a esses costumes selvagens! Abaixo esses modos de um outro tempo!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A MORTE SEM MISTÉRIOS

               Por que a morte, sendo tão natural quanto o nascimento, fenômeno corriqueiro ao qual todos estamos sujeitos, sem exceção, ainda é considerada algo sinistro e tão misterioso?
               Por que ela é tão incompreendida e causa tanto sofrimento, sobretudo quando surpreende prematuramente nossos entes queridos?
               Muito da incompreensão e do temor da morte repousa no desconhecimento da natureza espiritual do homem e no desconhecimento do perispírito, este, o invólucro inseparável da alma, elemento semimaterial, fluídico, indestritível, que serve de intermediário entre o Espirito e o corpo físico.
               Denomina-se "morte" o esgotamento ou a cessação da atividade vital nos organismos. É o desprendimento do Espírito ou do princípio inteligente do corpo físico.
               Quando o corpo grosseiro não tem mais condições de sustentar o espírito, ele é descartado, à semelhança de uma roupa que se tira quando não se quer mais.
               O corpo é o instrumento do progresso espiritual. A decomposição dele é uma sábia lei da Natureza, sem a qual não haveria renovação e transformção.
               A vida na carne é uma constante preparação para a morte. Todos sabemos que ela pode acontecer a qualquer momento. Apesar disso, raramente valorizamos a existência e quase sempre desprezamos as oportunidades de crescimento. ( Reformador)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

FRATERNIDADE

          A Fraternidade é uma força que universaliza o amor.
         A terra ainda não a conhece em toda a sua profundidade. No entanto, o tempo, impulsionado pelas bênçãos de Deus, deverá glorificar essa intimidade entre os homens em futuro próximo.
         Nós trazemos as sementes da fraternidade pura, mas nem sempre elas nascerão no tempo apropriado.   A argila dos corações se encontra sem condições de fazê-la prosperar.  E a água que enriquece o solo dos sentimentos somente poderá vir dos próprios indivíduos. Essa é a lei.
         O preço do afeto é exorbitante, mas não se trata de moedas sonantes que circulam nas mãos humanas. É ouro do coração. O nosso empenho maior é o de granjear amizades. Que cada um de nós possa multiplicar amigos em todos os campos de lazer, eis o início da fraternidade universal, onde a cor não impede nem a raça enfraquece, onde os bens não esfriam os laços de entendimento, onde a sabedoria não cria divisas entre as criaturas, onde as posições não empanam os contatos das pessoas.
        Somos todos da mesma procedência e, certamente, estamos fazendo parte de um rebanho por laços que a vida ligou, em nosso próprio benefício.
       Não pode existir felicidade entre os homens, sem carinho, sem troca de amor de uns para com os outros, quando temos a certeza de que o semelhante é a nossa continuação. Quando a caridade começa a ser o dever diário e um prazer de cada instante. Quando o perdão for força das intenções para harmonizar os seres, quando o amor for apreciado como indispensável para o alimento do espírito.
       Não há hora de praticar a fraternidade. Toda hora é hora de ser feliz. (Do livro Viva a Luz)        

domingo, 6 de janeiro de 2013

O HOMEM DO FUTURO

              Nos nossos dias, a evolução prepara-se agora para produzir em massa na terra seu terceiro e último tipo humano.
              O homem do futuro, contrariando as previsões dos observadores do mundo denso, não será sofisticado tecnólogo, a manipular aparelhos fantásticos e a pilotar naves espaciais. O futuro será habitado pelo homem evangelizado. Esse é o novo ser que futuro produzirá.
              O homem do futuro far-se-á grande na terra, um gigante da inteligência e do coração, porém será pequeno de orgulho e humilde de espírito. Suas dores na carne serão amenizadas pela sua dilatada compreensão da vida, porém abraçará seus sofrimentos com boa vontade, encontrando na justa Lei de Deus o consolo, a orientação segura para seguir acertadamente seu caminho e a força necessária à superação de suas dificuldades.
              Será manso como os cordeiros, mas comandará a evolução planetária, orientando-a com sabedoria rumo a seus objetivos supremos. Estará farto de justiça, pois sua vida desenvolver-se-á nos moldes de impreterível honestidade. Deixará a prisão do ego e, fazendo calar os ecos da revolta, expandirá as potências divinas que em si dormitam. Terá limpo o coração, pois, silenciando os aviltantes interesses do ego, não conhecerá mais a maldade.
              Será ainda um pacificador que abominará a guerra e instalará a verdadeira paz na terra. Nutrido por genuíno amor pelo próximo, não terá inimigos na vida.
              Esse novo tipo humano será dotado de poderes extraordinários, muitos ainda inimagináveis por nós. Desenvolvendo a visão sintética e intuitiva, a famosa terceira visão que ainda nos falta e uma de suas principais características, ele solucionará de modo definitivo as intricadas questões filosóficas, religiosas e científicas que ainda nos acossam e impedem de alcançar a compreensão do Todo...
 (Senda Redentora de Gilson Freire)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

AS PROVAS DA VIDA

             Deus não dá uma prova acima das forças daquele que a pede; Ele só permite provas que possam ser cumpridas.
             As duras provas quase sempre são o indício de um final de sofrimento e de um aperfeiçoamento do Espírito, quando essas provas são aceitas como uma preparação para o seu melhoramento.
             Em lugar de lamentar-nos, devemos agradecer a Deus, que nos oferece a oportunidade de vencer, para nos dar o prêmio da vitória.
             De todas as provas, as mais penosas são as que afetam o coração. Há quem suporte com coragem a miséria e as privações materiais, mas que sucumbe sob o peso dos pesares domésticos, magoado pela ingratidão dos seus. Porém, nessas circunstâncias, o que melhor pode reanimar a coragem moral senão o conhecimento das causas do mal, e a certeza de que, se há longos dilaceramentos, não há desesperos eternos. Afinal, Deus não quer que sua criatura sofra para sempre.
             Há algo mais consolador e encorajador que o pensamento de que depende apenas de si mesmo e de seus próprios esforços abreviar o sofrimento, destruindo em si as causas do mal? ( Santo Agostinho)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

FELICIDADE TODOS OS DIAS.

          Quando você se compromete para atingir seus objetivos?
          Você é daquelas pessoas que estabelece um alvo e vai em frente custe o que custar?
          Esta reflexão é importante para você medir as consequências das suas escolhas.
          Queremos muitas coisas, mudar de vida, emagrecer, ficar em forma, ser mais organizado, falar outro idioma, dar mais atenção aos filhos, trabalhar melhor, estudar melhor, entre outras. Esses são exemplos de exigências que, geralmente, nos fazemos. A pergunta é: você está confortável com o nível de exigência que estabelece para você mesmo? É claro que as metas devem existir, mas é essencial levar em consideração o processo para atingi-las.
          Se pararmos prar pensar, toda a nossa vida é um projeto inacabado.Quando atingimos um objetivo, logo estabelecemos outro e assim vivemos.
          Não há nada de errado em se esforçar para melhorar sua vida, mas é bom lembrar que a vida não pode parar nem voltar. A razão nos faz escolher algo, no qual a perda será menor. Portanto, se você quer estabelecer uma nova meta, reflita um pouco. Quando decidimos mudar muitas coisas ao mesmo tempo, acabamos perdendo o controle.
          Pare, respire fundo e pense em você, na família, nos amigos, no trabalho e no lazer. Não seja tão rígido com você mesmo. Aprenda a viver a vida HOJE. A felicidade é algo que acontece todos os dias, embora estejamos muito apressados para percebê-la.
          Aprecie mais os pequenos momentos, mesmo no meio da correria. Um sorriso de alguém, o brilho do sol, a música do rádio,e pense no milagre que é fazer parte de tudo isso.
         O ontem já foi, o amanhã pode ser tarde; então VIVA O HOJE.
                (Este texto foi tirado da revista Herbalife)